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Samu do Norte de Minas se estrutura para o atendimento de pessoas com infarto
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A partir deste mês, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) do Norte de Minas conta o sistema de tele-ECG, equipamento que possibilita a realização de eletrocardiograma em pacientes com suspeita de infarto ou diagnóstico de doenças cardiovasculares na própria ambulância. O equipamento envia a imagem do eletrocardiograma para a Central de Regulação do Samu para imediata avaliação e orientação aos socorristas quanto ao melhor atendimento.
“A introdução da tecnologia possibilitará aos médicos maior agilidade no diagnóstico, contribuindo para racionalizar os serviços prestados, promovendo mais autonomia e impactando sobremaneira o serviço”, explica Ricardo Afonso Veloso, presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde da Rede de Urgência do Norte de Minas (Cisrun).
 Os equipamentos foram instalados nas ambulâncias pela equipe do projeto Minas Telecárdio, da Secretaria de Estado de Saúde de Minas (SES-MG), em parceria com a Rede de Teleassistência de Minas Gerais.
O próximo passo do projeto é disponibilizar o tenecteplase, medicamento trombolítico que pode diminuir em até 17% o número de mortes por infarto agudo do miocárdio (IAM). O tenecteplase é um medicamento aplicado de forma simples e as equipes do Samu Macro Norte já foram treinadas para realizar a aplicação.
As doenças do sistema circulatório são as que mais matam no Brasil e a principal causa de morte no Estado, respondendo por 28% das mortes registradas em 2010, conforme dados do Datasus. No Norte de Minas, a mortalidade por infarto alta, de 18,2%, e acima da média nacional, que é de 15,1%. O médico coordenador do Samu Macro Norte, Enius Versiani, explica que o infarto é a obstrução da artéria coronária e que a partir do momento em que essa artéria entope, a pessoa pode ter uma parada cardíaca. “Com esse medicamento, o trombo se dissolve na hora e o coração volta a ter circulação. O tempo é fator decisivo nesse tipo de agravo e o medicamento pode fazer a diferença entre a vida e a morte, e também no prognóstico do paciente, que pode sofrer menos complicações e sequelas”. Observa o médico.

 

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